Dois teclados, quatro mãos e uma maratona vertiginosa contra a página em branco
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Asas
Tremo. Arde-me o coração de frio. Abraço o cobertor com as mãos assustadas, como quem agarra o último fôlego, como quem se lança na fogueira. É a febre que nos fere quando nos roubam as asas, é a vertigem de não poder voar.
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