Passou cinco anos a desenhar o planisfério com os pés e voltou com ele tatuado no corpo inteiro. Entrava numa sala com a Ásia estampada no rosto, na voz que surgia com a tranquilidade da penumbra, no olhar atento para onde tudo fluía como um rio ininterrupto. Mas na pele do Buda havia recortes, interrupções, pistas dos outros que guardava dentro.
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