domingo, 9 de dezembro de 2012
Martelo
A única porta aberta no nevoeiro foi a da taberna. Foram os miúdos com calçado de cartão que o conduziram à entrada. Foram os velhos das cartas que o convidaram a sentar e a beber e a comer e a jogar. Foi a mulher do taberneiro que lhe cozinhou a sopa e lhe serviu o vinho. Era vinho a martelo, mas não importava, ele não conhecia o vinho, ele não conhecia o povo, era um estranho e havia abrigo.
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