quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Gira-discos

Gira-discos
45 rpm.

O mundo analógico parece completamente outdated com o advento do compac disc e, na última década, do mp3 e de outros formatos de música em registo electrónico.

Muitos ouvidos pediram o reabilitar do clássico gira-discos, ansiosos por sentirem novamente a vibração característica da agulha a pentear os sulcos do vinil, e a indústria musical, das editoras aos produtores, respondeu com o reeditar de muitos Long Play que povoam o imaginário musical colectivo.

Cá por casa, espera-se que o gira-discos continue um braço forte do registo musical.

Até porque, na casa da minha infância, o gira-discos foi um dos objectos mais adorados pelas minhas pequeninas mãos e sequiosos ouvidos, um épico culminar da ciência humana, o último grito tecnológico. Reabilitar o gira-discos e o vinil é dar aos dinossauros um espaço no presente e eu, bem vistas as coisas, também tenho um pouco do dinossauro analógico em mim.

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