Olhava-te nos olhos e sentia a tua falta.
A tua presença a romper-me por dentro, como uma dor cortante por entre gargalhadas.
Lembras-te?
Como vivemos com a intensidade de uma estrela. Como, sem o sabermos, o que víamos era apenas luz velha a fugir da própria morte.
Cheguei tarde demais a ti.
E tu engoliste-me na imensidão da tua supernova.
Sem comentários:
Enviar um comentário