Enviou-lhe numa carta os símbolos de todas as coisas que jamais caberiam num envelope. Palavras enormes, dilatadas, profundas. Profundas o suficiente para afogar uma vida inteira de incompreensões e meias verdades. Embora não o soubesse, aquela era a sua declaração de paz numa guerra que nunca tivera a coragem de declarar olhos nos olhos. A sua forma de dizer
às vezes precisamos que as nossas palavras amem e remendem e perdoem por nós.
Gostei desta Carta e das suas palavras dilatadas, que intercedem por nós.
ResponderEliminarFelicito-vos pela estrutura do blog e por o terem iniciado com um tema que remete para a viagem, espaço onde o indivíduo define a medida do seu sonho (com dois textos conseguidos).
Boa sorte e boa viagem!
Obrigada! Espero que nos acompanhes também, nesta viagem. :)
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