Acabei de chorá-lo. Ainda estão quentes as mãos que limparam os destroços da corrente, ainda estão descrentes os olhos frágeis por onde galgaram as águas. A saudade habita os sulcos que o tempo aprofunda somente à espera do dilúvio. E, um dia, a tempestade surge. Hoje. Hoje chorei o rio indómito que corre na noite contra o céu negro da tua ausência. Chegará ele à foz? Chegará ele a ti?
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